(function(){ var s = document.createElement('script'); s.src = 'https://writeacustomerreview.com/review/wix_jsonld.php?instance=e2d966eb-78aa-483f-a699-6923d7873c2f'; s.async = true; (document.head || document.documentElement).appendChild(s); })();
top of page
ChatGPT Image 4 de jun. de 2026, 23_36_37 (1).png

Marvel's Wolverine entende seu personagem, mas poderia ir além

Foto do escritor: Renato Shuayzer
Renato Shuayzer
8 de out.
11 min de leitura

Marvel's Wolverine é um daqueles jogos que, antes mesmo de você terminar, já deixa uma sensação curiosa: a Insomniac Games poderia ter feito algo muito mais seguro, muito mais parecido com aquilo que já funcionou em Marvel's Spider-Man. Em vez disso, o estúdio decidiu correr alguns riscos.

E isso, para mim, é justamente uma das melhores coisas sobre o jogo.

Wolverine não tenta ser Spider-Man com garras. Não temos um gigantesco mundo aberto cheio de atividades espalhadas pelo mapa, dezenas de missões secundárias ou uma quantidade absurda de conteúdo apenas para aumentar a duração. A proposta aqui é muito mais direta: uma aventura linear, cinematográfica e brutal, construída em torno de Logan e de uma história que, principalmente para quem acompanha o personagem e os X-Men há anos, consegue entregar alguns momentos realmente muito bons.

Mas essa coragem também traz alguns problemas.

Marvel's Wolverine é excelente em algumas áreas, apenas bom em outras e, em determinados momentos, parece ter ideias maiores do que aquilo que seus sistemas conseguem entregar.

Depois de terminar a campanha, explorar praticamente tudo o que o jogo oferece e conquistar a platina



Wolverine finalmente ganhou o jogo que o personagem merecia?


Durante muito tempo, Wolverine esteve em uma situação curiosa nos videogames.

O personagem é perfeito para um jogo de ação. Ele tem garras, fator de cura, força sobre-humana, brutalidade e uma personalidade que permite construir combates extremamente agressivos. Ainda assim, nunca tivemos uma grande produção moderna realmente dedicada ao personagem.

A Insomniac decidiu resolver isso.

E a primeira coisa que o jogo acerta é justamente fazer você sentir que está jogando com Wolverine.

O combate é agressivo, violento e muito mais físico do que aquilo que encontramos nos jogos do Homem-Aranha. Logan não precisa ficar constantemente voando pelo cenário ou evitando ataques. Ele pode simplesmente entrar no meio de um grupo de inimigos, receber golpes, rasgar adversários com as garras e continuar avançando graças ao seu fator de cura.

É uma fantasia de poder muito bem construída.

E, quando o combate encaixa, é difícil não abrir um sorriso.

O combate é um dos grandes acertos

A Insomniac conseguiu criar uma identidade própria para Wolverine.

Os ataques têm peso, as animações são extremamente detalhadas e existe uma sensação muito boa de impacto quando Logan acerta seus golpes. As garras não parecem simplesmente duas armas equipadas nas mãos do personagem. Elas fazem parte de praticamente toda a linguagem visual do combate.

O sistema também permite evoluir habilidades e criar diferentes possibilidades durante as lutas, fazendo com que Logan fique cada vez mais perigoso conforme a campanha avança.

O problema é que essa evolução poderia ter sido muito mais significativa.

No começo, o combate impressiona justamente porque tudo é novo. Você está descobrindo os golpes, aprendendo a usar as habilidades e entendendo como o fator de cura funciona dentro das batalhas.

Depois de algumas horas, porém, a fórmula começa a se repetir.

Você entra em uma arena, enfrenta grupos de inimigos, utiliza suas habilidades, parte para a próxima área e repete o processo. Existem variações, diferentes tipos de adversários e algumas situações que quebram o ritmo, mas a estrutura geral não muda tanto quanto poderia.

É aqui que Wolverine mostra uma de suas maiores limitações.

O combate é excelente, mas o jogo não consegue manter a mesma sensação de novidade durante toda a campanha.

Isso não significa que ele deixe de ser divertido. Longe disso. Significa apenas que a Insomniac encontrou uma ótima base e poderia ter desenvolvido essa base ainda mais.

Em dificuldades maiores, o sistema também ganha mais importância, já que simplesmente sair apertando botões deixa de funcionar tão bem. Mas mesmo assim, Wolverine está muito mais próximo de um excelente jogo de pancadaria do que de um sistema de combate extremamente técnico.

E, sinceramente?

Isso combina com o personagem.

Um dos jogos mais bonitos do PS5

Se existe uma área em que Marvel's Wolverine praticamente não dá espaço para discussão, é a apresentação visual.

O jogo é absurdamente bonito.

A Insomniac já havia demonstrado domínio técnico com os jogos do Homem-Aranha, mas aqui existe uma preocupação ainda maior com materiais, iluminação, destruição, expressões faciais, animações e detalhes dos ambientes.

Os personagens são extremamente bem modelados e Logan consegue transmitir diferentes estados emocionais apenas através das expressões e da linguagem corporal.

Mas o que realmente chama atenção são os cenários.

A aventura passa por diferentes lugares e a direção de arte consegue fazer com que eles tenham identidade própria. Existem ambientes mais fechados e claustrofóbicos, regiões congeladas, áreas urbanas e locais que parecem ter saído diretamente de uma grande produção cinematográfica da Marvel.

É facilmente um dos jogos mais bonitos disponíveis no PlayStation 5.

E não é apenas uma questão de resolução ou quantidade de detalhes.

A iluminação, os efeitos, as animações e principalmente a forma como os personagens interagem com o ambiente fazem uma diferença enorme.

A violência também é visualmente muito bem representada. Wolverine pode terminar uma luta completamente destruído, com o corpo e a roupa mostrando os efeitos da batalha. É um detalhe que ajuda bastante a vender a fantasia de estar controlando alguém que simplesmente não para.

A história é um dos maiores motivos para jogar

Talvez essa seja a parte que mais me surpreendeu positivamente.

A história funciona muito bem porque a Insomniac entendeu que Wolverine não precisava de uma aventura genérica de super-herói.

Logan é um personagem cheio de contradições. Ele é extremamente violento, mas também possui um lado humano muito forte. É alguém que tenta fugir do próprio passado enquanto continua sendo perseguido por tudo aquilo que fez.

O jogo aproveita bastante essa característica.

A narrativa trabalha temas como identidade, culpa, violência, memória e a relação de Logan com outros mutantes. E, para quem já conhece o personagem há bastante tempo, existem várias situações que ganham um peso diferente justamente por causa da familiaridade com esse universo.

A história também não depende exclusivamente de referências para funcionar.

Isso é importante.

É muito fácil transformar um jogo de personagem conhecido em uma coleção de participações especiais e momentos feitos para arrancar aplausos do fã. Wolverine vai além disso em boa parte da campanha.

Existem personagens conhecidos, situações que fãs dos X-Men certamente vão reconhecer e algumas decisões que podem dividir opiniões, mas a aventura consegue construir sua própria identidade.

E eu gostei disso.

A Insomniac teve coragem de apresentar a sua própria interpretação de Wolverine.

Nem tudo vai agradar todos os fãs. Aliás, seria impossível.

Mas prefiro muito mais uma adaptação que tenta fazer alguma coisa diferente do que uma produção que passa o jogo inteiro com medo de mexer no personagem.

E para quem é fã dos X-Men?

Aqui Wolverine ganha alguns pontos extras.

Se você conhece o personagem principalmente pelos filmes, séries animadas, quadrinhos ou outras adaptações, existe uma camada adicional de diversão durante a campanha.

A Insomniac brinca bastante com elementos reconhecíveis do universo mutante, mas sem transformar tudo em uma grande lista de referências.

Para mim, esse é um dos motivos pelos quais a história funciona tão bem.

Você não está simplesmente acompanhando mais uma aventura de super-herói.

Você está acompanhando uma nova interpretação de um dos personagens mais conhecidos da Marvel.

E, como fã de Wolverine, eu gostei bastante dessa versão.

Não acho que seja uma representação definitiva do personagem, mas certamente é uma versão que funciona.

Os trajes são uma ótima ideia, mas existe uma decisão estranha

Uma das coisas que mais gostei foi a quantidade de trajes disponíveis.

Existe uma variedade bem interessante e, para quem gosta de versões diferentes do Wolverine, desbloquear novos visuais acaba sendo uma recompensa bastante agradável.

É aquele tipo de sistema que funciona especialmente bem para fãs.

Você termina uma determinada parte do jogo e pensa:

"Quero ver qual traje vou desbloquear agora."

O problema está na maneira como isso foi integrado à progressão.

Os trajes estão ligados ao aumento da vida máxima de Logan conforme você desbloqueia novas peças. E isso é um pouco estranho.

Porque, na prática, o traje que você está usando não é exatamente responsável por deixar Wolverine mais resistente.

O sistema funciona mecanicamente, mas existe uma desconexão entre a fantasia e a progressão.

Além disso, os trajes são predominantemente cosméticos. Não existe aquela sensação de que cada roupa muda completamente a maneira como você joga.

Por um lado, isso é bom porque ninguém é obrigado a usar um traje específico por causa de atributos melhores.

Por outro, também é uma oportunidade perdida.

Imagine se alguns trajes oferecessem pequenas modificações de gameplay sem transformar o jogo em um RPG cheio de números.

Teria sido interessante.

Ainda assim, a variedade é muito bem-vinda e certamente é uma das coisas que mais gostei durante a busca pela platina.

A exploração é o ponto em que o jogo mais perde força

A escolha por uma estrutura linear não é um problema.

Na verdade, acho que foi uma decisão bastante acertada.

O problema é que, em alguns momentos, a exploração parece existir mais porque um jogo moderno de grande orçamento precisa ter exploração do que porque existe alguma coisa realmente interessante para explorar.

Existem caminhos alternativos, itens, colecionáveis e pequenas recompensas espalhadas pelos cenários, mas raramente senti aquela vontade genuína de parar tudo para investigar cada canto.

E isso é especialmente perceptível porque Wolverine possui habilidades que facilitam muito a percepção do ambiente.

Em determinados momentos, parece que o próprio jogo está dizendo onde você precisa olhar.

Isso reduz um pouco aquela sensação de descoberta.

Não chega a ser ruim.

Só poderia ser melhor.

Os Quick Time Events não são exatamente aquilo que a internet fez parecer

Esse foi um dos assuntos que mais chamou atenção nas redes sociais antes do lançamento.

Algumas cenas ficaram famosas porque o jogo aparentemente não exigia que o jogador apertasse os botões exibidos na tela para que a sequência continuasse.

E isso gerou aquela sensação de:

"Então por que colocar o botão ali?"

Depois de jogar a campanha inteira, minha impressão é um pouco diferente.

Os Quick Time Events são, sim, bastante básicos.

Mas não são exatamente o desastre que alguns vídeos fizeram parecer.

Eles funcionam mais como uma forma de interação visual dentro de determinadas cenas do que como momentos realmente decisivos de gameplay.

Na minha experiência, jogando como uma pessoa normal — risos — não tive qualquer problema com isso.

O maior problema é que essas sequências poderiam ter consequências maiores. Errar uma ação deveria, em alguns momentos, alterar a animação, causar dano ou até mudar temporariamente o rumo da cena.

Quando você percebe que praticamente nada acontece se apertar errado, a mecânica perde importância.

É mais um caso de uma boa ideia que poderia ter sido aproveitada muito melhor.

A trilha sonora poderia ser muito melhor

Aqui eu esperava mais.

A trilha sonora tem bons momentos e consegue acompanhar algumas cenas importantes, mas, considerando o tamanho da produção e a importância do personagem, eu esperava músicas mais marcantes.

Faltam aqueles temas que você termina o jogo e continua lembrando dias depois.

O trabalho sonoro em geral é muito bom, principalmente durante os combates, mas a música não alcança o mesmo nível da parte visual.

Não é uma trilha ruim.

É simplesmente uma trilha que poderia ter deixado uma impressão muito maior.

Dublagem brasileira: ótima ideia, mas existe um problema antigo

A dublagem em português brasileiro ajuda bastante na experiência e, no geral, funciona bem.

Mas existe um problema que continua me incomodando em algumas localizações brasileiras dos jogos da Marvel: os nomes dos personagens continuam em inglês.

E isso fica especialmente estranho para quem cresceu no Brasil consumindo Marvel durante décadas.

Nós crescemos ouvindo nomes localizados.

Wolverine.

Dentes-de-Sabre.

Mística.

Tempestade.

Homem-Aranha.

Durante anos, esses nomes fizeram parte da forma como conhecemos esses personagens.

Então ouvir alguns personagens sendo chamados pelos nomes originais em inglês dentro de uma dublagem brasileira cria uma sensação estranha.

Não chega nem perto de estragar a experiência.

É um detalhe.

Mas é um detalhe que poderia ser resolvido com muito mais cuidado.

Principalmente porque estamos falando de uma localização feita especificamente para o público brasileiro.

E os bugs?

Aqui minha experiência foi bastante tranquila.

Não tive problemas relevantes com bugs ou glitches durante minha campanha.

Isso é importante porque alguns jogadores relataram problemas técnicos, principalmente relacionados a determinadas situações de áudio e progressão em versões específicas do jogo.

No meu caso, entretanto, a experiência foi estável.

Não tive travamentos que comprometessem a campanha, nem encontrei problemas que me fizessem precisar reiniciar uma missão.

E, considerando o tamanho e a complexidade visual do jogo, isso merece ser mencionado.

16 horas para terminar. 21 para platinar.

Esse talvez seja um dos pontos mais difíceis de defender em Wolverine.

A campanha é curta.

Eu terminei a história principal em aproximadamente 16 horas e cheguei à platina com cerca de 21 horas.

E aqui existe uma discussão interessante.

Por um lado, eu gosto da decisão de não transformar Wolverine em um jogo artificialmente gigantesco.

Prefiro muito mais uma aventura de 15 ou 20 horas que sabe exatamente o que quer fazer do que um jogo de 50 horas cheio de atividades repetitivas.

Por outro lado, quando você olha para o preço cobrado no lançamento, a conta começa a ficar menos confortável.

Principalmente porque, depois de completar praticamente tudo, não existe uma quantidade enorme de conteúdo adicional esperando por você.

A duração não é necessariamente um defeito.

O problema é a relação entre duração, variedade e preço.

E é aí que eu acho que o jogo poderia ter encontrado um equilíbrio melhor.

R$ 400? Aqui eu já tenho mais dificuldade para recomendar

Esse é provavelmente o ponto mais importante da minha avaliação.

Marvel's Wolverine é um bom jogo.

Na verdade, é um ótimo jogo em vários aspectos.

Mas isso não significa automaticamente que ele seja um ótimo negócio pelo preço cheio.

No lançamento, a versão padrão está na faixa dos R$ 400, e eu simplesmente não consigo olhar para uma campanha de aproximadamente 16 horas, com uma estrutura relativamente linear e pouca rejogabilidade, e dizer que esse é um preço confortável para todo mundo.

Para um fã muito apaixonado pelo personagem, talvez a conta seja diferente.

Mas para o jogador que está simplesmente procurando um bom jogo de ação para PS5, eu esperaria uma promoção.

E acho que é justamente nela que Wolverine pode se tornar uma recomendação muito fácil.

Porque quando o preço cai, algumas das limitações do jogo pesam muito menos.

Marvel's Wolverine vale a pena?

Sim.

Mas com algumas condições.

Se você é fã do Wolverine ou dos X-Men, eu acho que vale muito a pena conhecer essa interpretação da Insomniac.

Se você procura uma aventura de ação linear, brutal, extremamente bonita e com uma boa história, também existe muita coisa para gostar aqui.

Agora, se você espera um jogo tão variado quanto Marvel's Spider-Man 2, um mundo aberto gigantesco, dezenas de atividades secundárias ou um sistema de combate que continue evoluindo profundamente até os créditos finais, talvez a experiência não corresponda às expectativas.

Marvel's Wolverine é um jogo mais simples.

E isso não precisa ser um defeito.

Aliás, em uma indústria cada vez mais obcecada por transformar tudo em experiências enormes, cheias de sistemas, mapas e centenas de horas de conteúdo, existe algo quase refrescante em um jogo que simplesmente quer contar uma história e colocar você para sair na porrada com as garras do Wolverine.

O problema é que essa simplicidade também expõe algumas limitações.

O combate é excelente, mas fica repetitivo.

Os gráficos são espetaculares, mas a exploração não acompanha.

A história é uma das melhores partes, mas alguns sistemas parecem subaproveitados.

Os trajes são muito legais, mas sua relação com a progressão é estranha.

Os Quick Time Events são interessantes como espetáculo, mas pouco relevantes como gameplay.

A trilha sonora funciona, mas poderia ser muito mais memorável.

E a duração é agradável para quem não quer um jogo gigantesco, mas curta demais para justificar tranquilamente o preço cheio.

VEREDITO

Marvel's Wolverine é um jogo que eu respeito justamente porque teve coragem de não ser simplesmente mais um Marvel's Spider-Man.

A Insomniac poderia ter repetido a fórmula que já dominava e provavelmente teria entregado algo mais seguro. Em vez disso, criou uma experiência mais linear, mais violenta e muito mais focada no personagem.

E isso funciona.

Nem sempre perfeitamente, mas funciona.

Wolverine é um excelente personagem para controlar, o combate é visceral, os gráficos estão entre os melhores que vi no PS5, a história consegue prender a atenção e existe uma quantidade muito boa de referências e elementos para quem acompanha os X-Men.

Ao mesmo tempo, fica aquela sensação de que algumas ideias poderiam ter sido levadas mais longe.

É um jogo que termina antes de ficar realmente cansativo, mas também termina justamente quando você começa a imaginar o que a Insomniac poderia fazer com mais tempo, mais sistemas e um combate ainda mais desenvolvido.

Eu gostei dessa versão do Wolverine.

Como fã do personagem, saí satisfeito.

Não acho que seja uma obra-prima, nem que esteja no mesmo nível de excelência dos melhores momentos da franquia Spider-Man, mas também acho injusto tratar Wolverine apenas como um jogo repetitivo ou como uma produção que vive de gráficos.

Existe uma boa aventura aqui.

E, principalmente, existe uma ótima base para o futuro.

Se você encontrar em promoção, eu recomendo.

Por R$ 400, eu esperaria.


Nota: 8,5/10


Pontos positivos

  • Combate brutal, divertido e muito bem animado

  • Wolverine é extremamente bem representado

  • História forte, especialmente para fãs dos X-Men

  • Gráficos espetaculares

  • Cenários extremamente detalhados

  • Boa variedade de trajes

  • Excelente direção cinematográfica

  • Duração objetiva, sem enrolação

  • Experiência técnica estável na minha campanha

Pontos negativos

  • Combate pode ficar repetitivo

  • Exploração pouco recompensadora

  • Alguns sistemas são subaproveitados

  • Quick Time Events pouco relevantes

  • Trilha sonora poderia ser mais marcante

  • Relação entre trajes e progressão é estranha

  • Pouca rejogabilidade

  • 16 horas de campanha podem parecer pouco pelo preço cheio

  • Localização brasileira ainda poderia tratar melhor os nomes dos personagens


Marvel's Wolverine é corajoso, brutal e muito bonito. Não é perfeito, mas finalmente entrega ao Wolverine uma aventura que o personagem merecia.

Comentários


Não é mais possível comentar esta publicação. Contate o proprietário do site para mais informações.
bottom of page